PROJETO DE LEI LEGISLATIVO Nº 001/2022 - Processo: 449/2022

Processo: 449/2022
Data: 01/02/2022
Status: Ativo
Autor: MARISVALDO GONÇALVES
Tipo: PROJETO DE LEI LEGISLATIVO
Classificação: Legislativo

Ementa

PROJETO DE LEI Nº 001 DE 01 DE FEVEREIRO DE 2022. DISPÕE SOBRE “DENOMINAR DE RUA JOSÉ BATISTA DE OLIVEIRA NETO A ATUAL RUA B DO BAIRRO VILA BOA ESPERANÇA NA CIDADE DE RONDONÓPOLIS E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.” O PREFEITO MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS – ESTADO DE MATO GROSSO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS... FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL APROVOU E EU PROMULGO E SANCIONO A SEGUINTE LEI: Art. 1º – Fica denominada de RUA JOSÉ BATISTA DE OLIVEIRA NETO A ATUAL RUA B DO BAIRRO VILA BOA ESPERANÇA NA CIDADE DE RONDONÓPOLIS E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Art. 2º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICATIVA: Desportista e bancário aposentado, José Batista de Oliveira Neto, que era conhecidíssimo em Rondonópolis como Zé Onça, faleceu em 01 de Junho de 2014 aos 64 anos, vítima de complicações causadas pelo diabetes, tinha o sonho de escrever um livro sobre a história do futebol amador de Rondonópolis. Em seu acervo fotográfico, ele deixou um legado histórico sobre a história do esporte na cidade. A informação foi repassada ontem pela viúva do Zé Onça, Arlete Fonseca de Oliveira. Segundo Arlete Oliveira (sua esposa), o Zé Onça, apelido que ganhou do narrador esportivo J. Barreto em razão da garra com que defendia a camisa dos times que vestia, sofria com problema de diabetes e, há 12 anos, devido a insuficiência renal, passava por sessões de hemodiálise. O Zé Onça chegou a Rondonópolis acompanhado dos pais e dos irmãos aos 16 anos de idade, no ano de 1967. Ele é originário de uma família de marceneiros que morava no distrito de Echaporã, no estado de São Paulo. Cursou o ginásio – técnico de contabilidade -, na Escola Estadual Major Otávio Pitaluga. Além disso, concluiu o curso superior de Ciências Exatas e Estudos Sociais no antigo Centro Pedagógico de Rondonópolis, hoje campus da UFMT. Ainda na adolescência, começou a trabalhar como auxiliar de serviços gerais na agência do Banco do Brasil. Após exercer a função sem esmorecer por cinco anos e com muita dedicação aos estudos, José Oliveira passou no concurso público e se efetivou no Banco do Brasil, onde por trinta anos foi atendente, caixa, supervisor de setor, tesoureiro e gerente da agência do Banco do Brasil da Dom Pedro II. Zé Onça foi atleta de times históricos da cidade, como o Olaria, Santos e Paraibana. Após a fusão dos times Olaria, Comercial, Batidinha e Santos, a redundou na criação o União Esporte Clube, em 6 de junho de 1973, Zé Onça foi um dos atletas do Colorado. Por 15 anos foi diretor de esportes da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), onde incentivou a prática do esporte. O Zé Onça foi homenageado com honrarias duas vezes pela Câmara Municipal. A primeira no ano de 1994, quando recebeu o título de Cidadão Rondonopolitano do ex-vereador Reginaldo Santos, o Gudo. Em 2010, recebeu uma Moção de Aplausos do vereador Hélio Roberto Pichioni. O bancário aposentado faleceu no Hospital Regional de Rondonópolis. Ele deixou a esposa Arlete Fonseca de Oliveira e os três filhos Diogo Batista Fonseca de Oliveira, Douglas Fonseca de Oliveira e Denise Fonseca de Oliveira, além de duas netas e um neto.

Texto Integral

PROJETO DE LEI Nº 001 DE 01 DE FEVEREIRO DE 2022. DISPÕE SOBRE “DENOMINAR DE RUA JOSÉ BATISTA DE OLIVEIRA NETO A ATUAL RUA B DO BAIRRO VILA BOA ESPERANÇA NA CIDADE DE RONDONÓPOLIS E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.” O PREFEITO MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS – ESTADO DE MATO GROSSO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS... FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL APROVOU E EU PROMULGO E SANCIONO A SEGUINTE LEI: Art. 1º – Fica denominada de RUA JOSÉ BATISTA DE OLIVEIRA NETO A ATUAL RUA B DO BAIRRO VILA BOA ESPERANÇA NA CIDADE DE RONDONÓPOLIS E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Art. 2º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICATIVA: Desportista e bancário aposentado, José Batista de Oliveira Neto, que era conhecidíssimo em Rondonópolis como Zé Onça, faleceu em 01 de Junho de 2014 aos 64 anos, vítima de complicações causadas pelo diabetes, tinha o sonho de escrever um livro sobre a história do futebol amador de Rondonópolis. Em seu acervo fotográfico, ele deixou um legado histórico sobre a história do esporte na cidade. A informação foi repassada ontem pela viúva do Zé Onça, Arlete Fonseca de Oliveira. Segundo Arlete Oliveira (sua esposa), o Zé Onça, apelido que ganhou do narrador esportivo J. Barreto em razão da garra com que defendia a camisa dos times que vestia, sofria com problema de diabetes e, há 12 anos, devido a insuficiência renal, passava por sessões de hemodiálise. O Zé Onça chegou a Rondonópolis acompanhado dos pais e dos irmãos aos 16 anos de idade, no ano de 1967. Ele é originário de uma família de marceneiros que morava no distrito de Echaporã, no estado de São Paulo. Cursou o ginásio – técnico de contabilidade -, na Escola Estadual Major Otávio Pitaluga. Além disso, concluiu o curso superior de Ciências Exatas e Estudos Sociais no antigo Centro Pedagógico de Rondonópolis, hoje campus da UFMT. Ainda na adolescência, começou a trabalhar como auxiliar de serviços gerais na agência do Banco do Brasil. Após exercer a função sem esmorecer por cinco anos e com muita dedicação aos estudos, José Oliveira passou no concurso público e se efetivou no Banco do Brasil, onde por trinta anos foi atendente, caixa, supervisor de setor, tesoureiro e gerente da agência do Banco do Brasil da Dom Pedro II. Zé Onça foi atleta de times históricos da cidade, como o Olaria, Santos e Paraibana. Após a fusão dos times Olaria, Comercial, Batidinha e Santos, a redundou na criação o União Esporte Clube, em 6 de junho de 1973, Zé Onça foi um dos atletas do Colorado. Por 15 anos foi diretor de esportes da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), onde incentivou a prática do esporte. O Zé Onça foi homenageado com honrarias duas vezes pela Câmara Municipal. A primeira no ano de 1994, quando recebeu o título de Cidadão Rondonopolitano do ex-vereador Reginaldo Santos, o Gudo. Em 2010, recebeu uma Moção de Aplausos do vereador Hélio Roberto Pichioni. O bancário aposentado faleceu no Hospital Regional de Rondonópolis. Ele deixou a esposa Arlete Fonseca de Oliveira e os três filhos Diogo Batista Fonseca de Oliveira, Douglas Fonseca de Oliveira e Denise Fonseca de Oliveira, além de duas netas e um neto.

Análise Inteligente do Projeto

Áreas de Abrangência do PROJETO DE LEI LEGISLATIVO

Arquivo Data Tamanho
TERÇA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2022 - 00:00

ENTRADA PARA APRECIAÇÃO

Status: Movimentado